quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Fila Night Run Campinas 2012


Fila Night Run levou cerca de 4 mil atletas ao Parque do Taquaral para uma corrida noturna cheia de agito.

A noite de sábado, 22 de setembro, foi agitada para os corredores que moram em Campinas, interior do estado de São Paulo. Mais de 4 mil atletas se reuniram no Parque do Taquaral para completar os trajetos noturnos da tradicional Fila Night Run. Além dos percursos de 5 km e 10 km (que sofreram alteração para proporcionar mais segurança aos participantes e passaram a ser de 5,5 km e 10,4 km), a prova oferece música ao vivo e outras apresentações com show de luzes e fogo para entreter a galera.


Em sua segunda prova, a médica Ellen Erie Cato, de 36 anos, ficou satisfeita com seu resultado nos 5 km. “Comecei a correr há pouco tempo e até achei que não ia aguentar o ritmo inicial até o fim, mas deu tudo certo. Cruzei a linha em aproximadamente 36 minutos e um dos fatores que me ajudou para isso foi uma descida que havia no meio da prova”, disse.

Willian Rodrigues Soares, soldador multifuncional de 26 anos, também fez o percurso de 5 km. “Comecei a correr no início do ano e foi a primeira corrida noturna que eu participei. Foi muito legal. Tive a sensação de correr com mais disposição, com o corpo mais preparado e alerta para isso”, revelou. Willian é de Indaiatuba e foi até a cidade de Campinas com um grupo de amigos só para correr: “Fomos só para isso mesmo. O pessoal aqui em Indaiatuba adora correr. Fica minha sugestão de também realizarem uma Fila Night Run aqui na minha cidade. A galera iria em peso”.

Entre os que completaram os 10 km estava a representante comercial Paula Cristina Tavares, de 26 anos, que concorda com Willian sobre o diferencial de correr à noite. “Pratico esse esporte há 3 anos e foi a primeira vez que corri em uma prova noturna. Senti que meu desempenho foi melhor porque estou acostumada a treinar nesse horário e a temperatura fica agradável, sem o sol na cabeça. Além disso, choveu antes da prova começar, o que ajudou muito na umidade do ar”, afirmou. A partir de agora, o objetivo de Paula é aumentar o seu trajeto e sua resistência: “Quero fazer uma maratona. Treinei bastante para passar dos 5 km para os 10 km e agora vou em frente. Estou atrás de provas de 15 km ou 16 km, esse é meu próximo passo”.

Confira os resultados e algumas imagens do evento:

5 km

Masculino:
Gilberto da Silva Roque – 17min29s86
Fernando Pereira – 17min45s88
Josimar Aparecido – 18min07s32


Feminino:
Jéssica Pellári Bueno – 20min27s12
Marina Malachias – 22min17s44
Leandra Aparecida Piveta – 23min26s77


10 km

Masculino:
Jovadir Junior Acedo – 33min29s58
Aleudo Francisco dos Santos – 34min19s99
José da Silva Neto – 35min29s52



Feminino:
Ana Fernanda Proença – 42min31s78
Débora Mendes Silva – 45min21s95
Adriana Buratto – 45min22s62

                                             

domingo, 2 de setembro de 2012

Tenis de corrida duram cerca de 500km

Procure manter os calçados sempre secos, para conservá-los melhor. E lembre-se de que pisos ásperos e duros, como asfalto, gastam mais. Enquanto .... Foto: Shutterstock

Procure manter os calçados sempre secos, para conservá-los melhor. E lembre-se de que pisos ásperos e duros, como asfalto, gastam mais. Enquanto terrenos mais suaves, como areia dura e terra batida, consomem menos do solado.

Comentar 0A vida útil desse tipo de calçado varia de acordo com o biótipo do corredor, tipo de pisada, intensidade dos treinos, tecnologias empregadas no produto e terreno no qual a pessoa costuma se exercitar. Mas a durabilidade dos tênis se estende, em média, por 500 km.

"Não apenas a quilometragem e o tempo de uso são importantes como também o estado de conservação. É aconselhável manter o calçado sempre seco, pois, ao ficar úmido, ele se deteriora mais rapidamente, por exemplo. Outros fatores que influenciam são a maneira como o atleta pisa pisada pronada, supinada ou neutra e o tipo de terreno em que é feito o treino", ressalta Fernanda Lemucchi, fisioterapeuta da Clínica Move, de São Paulo (SP). "Pisos ásperos e duros, como asfalto, gastam mais. Enquanto terrenos mais suaves, como areia dura e terra batida, consomem menos", completa.

O ideal é substituir os pares desgastados, mesmo que sua aparência esteja boa. A fisioterapeuta alerta que correr com tênis errados e usar os calçados em demasia estão entre as principais causas de lesões do esporte. "Com o uso, o tênis gradualmente perderá a capacidade de absorção de choque e possivelmente começará a perder alguma de suas características de estabilidade", diz. Por isso é recomendado ter pelo menos dois pares. Revezando-os, você vai conservá-los por mais tempo e reservará um tempo para o calçado descansar e recuperar suas propriedades de amortecimento. Em geral, o descanso indicado é de 24 horas.

Fonte: Terra

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Estudiosos britânicos já consideram o sedentarismo uma pandemia; faça o teste e descubra se você corre riscos

O ser humano tem tendência à inércia e, com as facilidades do mundo atual como carro, controle remoto, computador, smartphones, a verdade é que as pessoas têm se mexido cada vez menos


Ninguém duvida que o sedentarismo traz prejuízos para a saúde, e isso a curto, médio e longo prazos. Pesquisas surgem a todo o momento comprovando o fato. A mais recente, publicada na revista médica britânica Lancet, estima que a falta de exercícios vem causando tantas mortes quanto o tabagismo.

Os estudiosos dizem que o problema é tão grave que deveria ser tratado com uma pandemia. Também, não é para menos: a inatividade é responsável por uma em cada dez mortes por enfermidades como problemas cardíacos, diabetes e câncer de mama ou colorretal. E mais: estima-se que um terço dos adultos não se mexam o suficiente, o que resulta na morte de 5,3 milhões de indivíduos por ano em todo o mundo.

Moisés Cohen, chefe do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp e diretor do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, concorda com a gravidade da questão. “Apesar de todo o estímulo à prática da atividade física e da divulgação constante das sequelas que a falta de exercício traz, vemos que o sedentarismo chegou a níveis epidêmicos na população mundial. Não diria que é uma pandemia, mas sem dúvida podemos arriscar falando em epidemia. O ser humano tem tendência à inércia e, com as facilidades do mundo atual – carro, computador, smartphones –, a verdade é que as pessoas têm se mexido cada vez menos.”

Segundo o médico, temos que combater o sedentarismo por uma questão de saúde, e não apenas estética. “A pessoa que não se movimenta acaba sujeita lesões de toda a ordem: no sistema locomotor, atingindo músculos, ossos e cartilagens; na parte clínica, provocando doenças cardiovasculares, diabetes, colesterol alto e outros distúrbios. Hoje, levando em conta a longevidade da população, precisamos pensar em como queremos chegar aos 80, 90 anos. Para ter qualidade de vida nesta faixa etária, é imprescindível investir agora em atividade física, e de forma completa: fazendo modalidades aeróbias e anaeróbias, para beneficiar o corpo como um todo.”

O ser humano tem tendência à inércia e, com as facilidades do mundo atual como carro, controle remoto, computador, smartphones, a verdade é que as pessoas têm se mexido cada vez menos.

Qual o seu nível de sedentarismo?

Você é daquelas pessoas que adoram caminhar ou ir à esquina usam o carro? Se está na praia aproveita pra andar na areia ou se joga mesmo numa cadeira? Cuidado, a falta de atividades físicas pode gerar várias doenças e trazer alguns desconfortos. Faça o teste a seguir e descubra se você precisa mudar com urgência seu comportamento.


No Brasil, o estilo de vida preguiçoso é o vilão de 13,2% de todas as mortes provocadas por moléstias. A solução para o sedentarismo, considerado o mal do século, é a mudança generalizada de mentalidade, defendem os pesquisadores, com amplas campanhas dos governos para alertar o público.


“A inatividade contribui para a perda da forma, o que é preocupante quando sabemos que quase metade da população brasileira – 49% – com 20 anos ou mais está com excesso de peso”, salienta Taina Cicone Bartolo, professora de musculação da Academia Competition, em São Paulo, referindo-se aos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) concluiu que o sedentarismo atinge o mesmo índice: 49% da população verde-e-amarela.

A saúde reclama

Hipertensão arterial, diabetes, aumento das taxas de colesterol e triglicérides, infarto do miocárdio, males respiratórios, osteoporose, ansiedade, obesidade e morte súbita: eis alguns dos distúrbios que podem acometer quem cultiva a inércia total. “O estilo de vida estagnado é reconhecidamente um dos maiores fatores de risco para as doenças cardiovasculares”, ressalta Vivian Fonseca, personal trainer da Clínica Alan Landecker, em São Paulo.

“Isso sem falar que a pessoa tende a sentir mais dores musculares e articulares, como cervicalgia e lombalgia, se cansa facilmente ao caminhar um quarteirão ou subir um lance de escada, pena para carregar uma sacola ou bolsa mais pesada”, completa Taina, que atribui o agravamento da tendência ao estilo de vida eletrônico moderno, em que todos estão conectados e com seus controles remotos e aparelhos ao alcance da mão.

Mas, afinal, o que classificaria alguém como sedentário? Simplesmente a falta ou a insuficiência de atividades físicas no dia a dia. Isso não significa que a pessoa, necessariamente, tenha que praticar esportes ou fazer ginástica em uma academia. Muitas ações cotidianas são válidas para que o indivíduo se livre dessa pecha, como andar até o banco, subir escadas, limpar a casa.

“Se você não dispõe de tempo, tem preguiça ou não gosta de praticar uma modalidade, é valido, sim, trocar a escada rolante e o elevador pela escada normal, descer alguns pontos de ônibus antes e caminhar, estacionar o carro longe, passear com o cachorro na rua. O importante é ser ativo, ter iniciativa, não incorporar o espírito ocioso e indolente”, diz a professora da Competition.

Tem que ser regular

E nem é preciso se esfalfar horas a fio, de segunda a segunda, para ganhar o título de indivíduo ativo. Basta mexer o corpo 30 minutos, de três a quatro vezes por semana, de forma contínua ou acumulada. Quer dizer, se você anda a pé 15 minutos de manhã e, no fim do dia, faz outra ação intensa também por 15 minutos – como limpar a casa afastando móveis, esfregando azulejo e piso e limpando vidros –, está de bom tamanho. Mas é imprescindível ter regularidade. “Quem faz ginástica esporadicamente, tipo uma vez por semana, é considerado sedentário”, adverte Vivian.

Para virar o jogo e começar de fato, a modalidade mais recomendada é a caminhada, que pode ser realizada em qualquer lugar, a qualquer hora e em qualquer nível de condicionamento. “Depois, é possível passar para a corrida – e, neste caso, vale também fazer musculação, para garantir força muscular”, indica a personal trainer.

“Pedalar, nadar, dançar, jogar bola, o importante é investir no que gosta”, diz Taina Bartolo, enfatizando que a prática deve ser vista como hábito, e não obrigação. “Da mesma forma que você acorda e escova os dentes, almoça diariamente, toma banho, trabalha – o exercício precisa ser incorporado dessa maneira. Não importa como, mas mexa-se. Dê o primeiro passo, depois ficará muito mais fácil.”

Fonte: uol.com.br

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Férias x atividade física





É muito comum quando chega o período de férias e o nosso pensamento só se volta para o relaxamento da mente e do corpo querendo somente ficar de pernas para o ar e esquecer tudo e de todos os envolvidos no nosso cotidiano.


Para que as nossas férias não se torne monótona e nem mesmo um salto para o sedentarismo é importante manter o mínimo do treino que você vinha fazendo para que seu corpo continue preparado.


Os sinais da falta de treino e do sedentarismo logo aparecem no 2º e 3º dia de sedentarismo, o principal grupo muscular a sentir é o das costas mais próximo a região sacral, lombar para ser mais exato, músculo que é um dos responsáveis de manter o nosso corpo em posição ereta, logo se pode perceber as pernas e pescoço. Tudo é sinal da falta de estimular o corpo com o exercício físico que estava habituado. Ficar sete dias em pleno sedentarismo equivale a um mês de destreino, pois com a escassez da estimulação dos músculos acontece à atrofia muscular (diminuição da densidade da fibra muscular), aumento de adipócitos (gordura corporal), diminuição da taxa metabólica basal (gasto de calorias em estado de repouso), dentre outros processos bioquímicos e fisiológicos no corpo que são atrapalhados pela falta de estimulação durante um determinado período.


Então é de suma importância continuar com o mínimo de treinos por semana, três seria o ideal para manter a sua saúde durante as suas férias e não deixar que o sedentarismo tome conta do seu corpo para que a volta ao trabalho e aos treinos seja com mais eficiência.


Segue algumas dicas:


Corra na Praia
Faça uma proporção corrida/caminhada de 2 minutos correndo e 1 minuto andando. No primeiro dia, corra 1 km. A cada dia, acrescente dois ou três segmentos de corrida/caminhada, conforme seu tempo permitir. Mas cuidado: evite as praias de tombo. A inclinação castiga as articulações.


Em Trilhas
Planeje caminhadas diárias em grupo e faça a seguinte brincadeira: caminhe rapidamente à frente das pessoas por 1 ou 2 minutos e depois corra por 1 ou 2 minutos. Então vire-se para eles e corra de volta até onde estão. Faça uma pausa para descanso e então repita quantas vezes conseguir.


Na Estrada
Mesmo durante a viagem, você pode se exercitar. Use a roupa de corrida no carro e, quando parar em postos ou restaurantes, caminhe por 1 a 2 minutos, e então corra por 5 a 10 minutos. Repita essa sequência até a hora de prosseguir com a viagem.


No Parque de Diversões
Explore as possibilidades. Há vários hotéis conectados a parques como a Disneylândia que têm áreas próprias para corrida, e às vezes é possível ir correndo do quarto onde você está hospedado até o parque. Peça informações sobre percursos à equipe do hotel.


Na Cidade
Mantenha em alta o nível de energia. Faça caminhadas, visite parques, ande de skate pelo bairro ou em pistas locais e, quando as crianças forem pedalar, corra ao lado das bicicletas. Se seu filho pratica algum esporte, corra em torno do campo onde ele está treinando.

Pratique atividade física, sempre...


Você e sua Mente...




Pesquisas têm mostrado que a prática de atividades físicas regulares beneficia a saúde mental e emocional: melhora o humor, reforça a auto-estima e aumenta a confiança para lidar com o que quer que apareça na sua frente.

Nosso cérebro recebe uma série de estímulos capazes de melhorar o bom humor e a disposição ao longo do dia. Isso porque são liberadas substancias como a endorfina que aumentam os niveis de serotonina no cérebro, causando bem estar ao indivíduo.

Assim como a meditação ou praticar seu hobby preferido, a atividade física traz à sua mente um tempo livre das preocupações e responsabilidades do dia-a-dia. Você volta para a rotina mais preparado, revigorado, energizado e, talvez, até com a mente mais aguçada.


Um estudo realizado na Universidade de Duke, na Carolina do Norte (EUA) mostrou que uma rodada intensa de exercícios é eficiente em reduzir sentimentos como depressão, tensão, raiva e confusão.


Inúmeras outras pesquisas mostram que até pequenas doses de exercícios moderados podem melhorar a visão da vida e fazer com que fique menos ansioso. Não importa que tipo de atividade faça, seja ela uma caminhada, uma ginástica aeróbica ou musculação, você sentirá os benefícios físicos e emocionais dos exercícios.

Chega de stress...Pratique atividade física!


 

 




Treinamento Funcional: Equilíbrio, Velocidade e Flexibilidade.

Foi-se o tempo em que o único motivo para praticar atividades físicas era a estética. Hoje as pessoas perceberam que fazer exercícios é sinônimo de saúde e, por isso, estão atrás de modalidades cada vez mais completas que proporcionem boa forma e qualidade de vida.


Pra quem busca essa tendência, o Treinamento Funcional aparece como prática mais adotada nas academias de todo o país. A nova modalidade de atividade física reúne todas as ferramentas necessárias para promoção de saúde, melhoria da estética e performance.

 

Diferente da musculação convencional, que trabalha grupos musculares isolados em cada exercício, o objetivo do treinamento é trabalhar o corpo de forma global. Na nova forma de malhar, o maquinário tradicional das academias cede espaço a movimentos, acessórios e estímulos diferentes, que visam trabalhar o movimento do corpo. “A musculação estimula somente a Força. Já o treinamento funcional trabalha outras habilidades como equilíbrio, velocidade, coordenação, flexibilidade e resistência evitando desequilíbrios musculares e lesão”.


Os exercícios consistem basicamente em agachar, avançar, abaixar, puxar, empurrar, levantar e girar. De forma dinâmica, lúdica e com um gasto calórico elevado, o treinamento consegue fazer da atividade física um momento prazeroso e cheio de resultados. O treinamento funcional proporciona grande perda de gordura e gera uma manutenção da massa muscular e uma melhor definição do músculo.


O treinamento funcional é indicado para todas as pessoas sejam elas atletas ou não, jovens ou idosos. “Com essa metodologia de treino conseguimos adaptar os exercícios de acordo com a necessidade especifica do aluno. Os interessados em aderir a essa nova modalidade de exercícios tem que ficar atento à qualificação dos profissionais. Muita gente diz que faz treinamento funcional, mas na realidade só faz um desequilíbrio, não utiliza, de fato, o método do treinamento funcional”.

Fonte: Fisioterapia & Saúde.


 

sábado, 7 de abril de 2012

SLACKLINE

Com perfil radical e estampa de diversão, o slackline é a nova "febre" dos esportes radicais. Além de treinar o equilíbrio, o exercício trabalha a barriga, membros inferiores e superiores.


A força empregada durante a travessia de uma ponta a outra da fita de 50 mm suspensa do chão movimenta bem mais do que as exigidas pernas. Partes importantes do corpo todo são exercitadas, resultando num visual esculpido. Abdome frontal e oblíquo, peitoral, bíceps e tríceps tendem a ficar definidos com a ajuda do slackline


Primeiros passos


Mais comum de ser vista nas praias, a travessia pela fita também pode ser feita em ambientes fechados. É necessário apenas que existam dois pontos de fixação para a fita.


Nas primeiras aulas, o aluno tem noções sobre sustentação do corpo. "Para iniciar é preciso estar próximo do chão e assim conquistar segurança." Entre a areia da praia e o pé do praticante existe um espaço de 20 centímetros. Com o tempo, é possível chegar até o topo das árvores.


A evolução na atividade, que lembra a corda bamba, normalmente é rápida. Logo na primeira semana, o aluno já consegue dar os primeiros passos firmes e com muito empenho fazer manobras nas semanas seguintes.
Com perfil radical e estampa de diversão, o slackline é a nova "febre" do verão carioca. Nas areias das praias do Rio de Janeiro, adeptos disputam espaço - e coqueiros - para praticar a atividade física. Além de treinar o equilíbrio, o exercício trabalha a barriga, membros inferiores e superiores. Modalidades





Além de andar sobre a fita, os praticantes podem treinar modalidades especiais de slackline. Conheça.


Soulline: é a iniciação do exercício, onde são aprendidos os fundamentos do slackline.


Yogaline: tanta concentração empregada no exercício fez nascer a modalidade inspirada em poses de ioga. Há treinos para ganhar equilíbrio sentado sobre a corda.


Trickline: conquistado o equilíbrio, é hora de aumentar a dificuldade. As manobras começam a ser feitas com um metro ou mais de distância do chão.


Longline: o desafio aqui é continuar a um metro do chão, mas aumentar o percurso para 20 metros.


Waterline: que tal praticar slackline sob um rio ou uma piscina? O desafio da modalidade é não sair molhado no final do exercício.


Highline: superados os desafios, os mais corajosos encaram a travessia da fita a cinco metros do chão.